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Ona
Electroerosión celebrou recentemente um acordo com o mais importante
Instituto Politécnico de Singapura, ITE BALESTIER, para a venda
de seis máquinas de electro-erosão, três de fio e três de penetração.
O valor total do contrato ascende a mais de 600.000 euros e supõe
um passo importante na política de expansão que estamos a seguir.
O nosso objectivo para os próximos anos é de chegar a exportar 15
% da nossa produção para o mercado asiático.
ITE
BALESTIER, além de ser considerado como um exemplo de instituição
tecnológica a nível mundial, forma a grande maioria das elites tecnológicas
de Singapura. Por isso, este tipo de centros tecnológicos são fundamentais
na estratégia comercial das empresas. Nesta ocasião e pela primeira
vez a firma asiática confiou numa empresa espanhola.
No
entanto, a ONA, que no segundo semestre de 1999 já havia instalado
cinco máquinas noutras tantas empresas de Singapura, teve muito
duros concorrentes. Ao concurso concorrerem todas as grandes firmas
do sector da electro-erosão. Actualmente, a Ona Electroerosión está
presente nos mais importantes mercados do continente asiático. Coreia
do Sul, China, Filipinas, Índia, Indonésia, Japão, Malásia, Tailândia,
Taiwan y Hong Kong, para além de Singapura. Na ONA temos claro que:
o futuro será contando com o continente asiático ou não será.
Venda em Portugal
Por
outro lado, um dos mais importantes moldistas do mundo, o Grupo
Simoldes, adquiriu durante o mês de Maio 7 (sete) máquinas ONA de
tamanho médio e grande. Duas delas são da gama Ponte (A3), com a
possibilidade de carregar peças de 15 toneladas de peso e eléctrodos
até 3 toneladas. Há que destacar que a multinacional, presente no
Brasil e em Portugal, incluiu no lote de compra, a TECHNO H-700,
uma das novidades apresentadas na última Bienal de Máquina Ferramenta
de Bilbao e que tem uma capacidade de carga que supera as 10 toneladas
(ver características nas páginas centrais). O grupo Simoldes dispõe
já de 35 máquinas ONA.
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